
Erro todos os dias os mesmos erros sem contar, sem somar, como se desaparecessem. Erro grave, desacerto por cegueira, tropeço nas próprias pernas e nem posso rir de mim mesma, porque a idiotice toma conta destes momentos e esqueço que tenho cabeça que arquiteta tudo. Decapitar por uns instantes e pagar o preço do remendo é uma das saídas.
Quero por vezes que a chance do segredo me seja concedida e que eu seja presenteada pelo esquecimento das bobagens. É possível sempre encontrar erros piores e me confortar, até que os menores se intrometem e me atormentam.
Que saco essa coisa do arrependimento.
Hoje, noite de ressaca e molhada, estranhamente ouço passarinhos na madrugada antecipando a manhã como se pudessem sentir que a noite estava me causando culpa.
Bobagem.
Há uma história pela frente. Quem conta?
Já começou a história, cheia de gaps. Vou retravar.
Posso corrigir erros mesmo publicados?
Quero uma continuidade mais grandiosa, mais bela, mais estudada e amada e eu como narradora personagem e observadora.
Na minha história prometo dar conta de ouvir os pássaros e acreditar que o nosso amor continua após a morte. Admito as dificuldades e através delas serei perdoada por tanto te amar. Vou diluir no amor minha culpa tímida para ficar livre dos castigos que eu mesmo aumento. Vou errar menos.
Quero por vezes que a chance do segredo me seja concedida e que eu seja presenteada pelo esquecimento das bobagens. É possível sempre encontrar erros piores e me confortar, até que os menores se intrometem e me atormentam.
Que saco essa coisa do arrependimento.
Hoje, noite de ressaca e molhada, estranhamente ouço passarinhos na madrugada antecipando a manhã como se pudessem sentir que a noite estava me causando culpa.
Bobagem.
Há uma história pela frente. Quem conta?
Já começou a história, cheia de gaps. Vou retravar.
Posso corrigir erros mesmo publicados?
Quero uma continuidade mais grandiosa, mais bela, mais estudada e amada e eu como narradora personagem e observadora.
Na minha história prometo dar conta de ouvir os pássaros e acreditar que o nosso amor continua após a morte. Admito as dificuldades e através delas serei perdoada por tanto te amar. Vou diluir no amor minha culpa tímida para ficar livre dos castigos que eu mesmo aumento. Vou errar menos.
Karline Beber 22/09/2005

No comments:
Post a Comment