
“Um milhão de vezes por dia eu procuro me lembrar que minha vida está baseada no trabalho de outros homens, e que eu devo me esforçar para ser capaz de dar na mesma medida em que recebi e ainda estou recebendo.”
Albert Einstein
Até bem pouco tempo, entre a barriga e meu bebê nos braços não sabia muito sobre doar. Doar completo, doar sem pestanejar.
Filhos ensinam mães dispostas a aprender, é claro.
Até bem pouco tempo, entre meu bebê nos braços e a volta ao trabalho não sabia muito sobre o trabalho dessas mulheres. Vocês, mulheres que escolheram a profissão mais feminina do mundo e aquela que permitiu que nós outras mulheres pudéssemos escolher várias outras profissões e mesmo assim sermos mães, e permitir que avós sejam avós e não avós mães.
Percebi, até bem pouco tempo, que vocês; digo vocês!; as professoras do Ensino Infantil do Cultura 2009, porque ainda não sei das demais neste mundo, são as que fizeram meu ano e do meu filho Isaac mais calmo, seguro e saudável.
A mulher que escolhe a pedagogia tem que ter a graça que vocês têm, o carinho impecável em cada “Olá” com voz de quem acordou de bem com a vida, mesmo que por alguns dias fosse preciso fingir. Todas demonstraram profissionalismo, em cada recado na agenda sobre pequenas conquistas, nos sorrisos quando atravessei o portão de entrada, o cuidado em saber logo nos primeiros dias o nome de meu filho, o disfarçar delicado nas despedidas com: Olha lá o cachorro Isaac! (Estela foi ótima), as anotações diárias infalíveis sobre alimentação e sono, a troca informal de experiências para Isaac dormir melhor, comer melhor, engatinhar corretamente e os registros entregues na metade do ano que então provaram o comprometimento com a profissão até mesmo como ciência.
Não sei se todas as mães se sentem assim satisfeita, embora acredito que a maioria sim, por saber que no primeiro ano de vida de seus filhos, as professoras deles fizeram parte de seu dia, um dia feliz.
Ninguém é satisfeito por completo, é humano ser insatisfeito, contudo, gostaria de afirmar que apesar de saber que nem sempre nosso trabalho é valorizado e nem sempre sabemos se é isso mesmo que queremos fazer para o resto da vida, me arrisco a dizer que vocês, Morgana, Cris, Fran, Bia, Estela, as cozinheiras, quem ajuda na higienização, as professoras da tarde, todas que por algum momento estiveram com meu filho, fazem o mundo melhor.
Cuidar da nossa espécie e educa-la com todos os princípios e valores que na simpatia de vocês eu senti segurança, faz com que, ao menos até aqui, estes bebezinhos tivessem o necessário para se tornarem boas pessoas.
Einstein, a pesar de sua genialidade focada, percebeu. E ele nem imaginava que em breve teríamos pedagogas, pessoas que estudam ciência do cuidar.
Albert Einstein
Até bem pouco tempo, entre a barriga e meu bebê nos braços não sabia muito sobre doar. Doar completo, doar sem pestanejar.
Filhos ensinam mães dispostas a aprender, é claro.
Até bem pouco tempo, entre meu bebê nos braços e a volta ao trabalho não sabia muito sobre o trabalho dessas mulheres. Vocês, mulheres que escolheram a profissão mais feminina do mundo e aquela que permitiu que nós outras mulheres pudéssemos escolher várias outras profissões e mesmo assim sermos mães, e permitir que avós sejam avós e não avós mães.
Percebi, até bem pouco tempo, que vocês; digo vocês!; as professoras do Ensino Infantil do Cultura 2009, porque ainda não sei das demais neste mundo, são as que fizeram meu ano e do meu filho Isaac mais calmo, seguro e saudável.
A mulher que escolhe a pedagogia tem que ter a graça que vocês têm, o carinho impecável em cada “Olá” com voz de quem acordou de bem com a vida, mesmo que por alguns dias fosse preciso fingir. Todas demonstraram profissionalismo, em cada recado na agenda sobre pequenas conquistas, nos sorrisos quando atravessei o portão de entrada, o cuidado em saber logo nos primeiros dias o nome de meu filho, o disfarçar delicado nas despedidas com: Olha lá o cachorro Isaac! (Estela foi ótima), as anotações diárias infalíveis sobre alimentação e sono, a troca informal de experiências para Isaac dormir melhor, comer melhor, engatinhar corretamente e os registros entregues na metade do ano que então provaram o comprometimento com a profissão até mesmo como ciência.
Não sei se todas as mães se sentem assim satisfeita, embora acredito que a maioria sim, por saber que no primeiro ano de vida de seus filhos, as professoras deles fizeram parte de seu dia, um dia feliz.
Ninguém é satisfeito por completo, é humano ser insatisfeito, contudo, gostaria de afirmar que apesar de saber que nem sempre nosso trabalho é valorizado e nem sempre sabemos se é isso mesmo que queremos fazer para o resto da vida, me arrisco a dizer que vocês, Morgana, Cris, Fran, Bia, Estela, as cozinheiras, quem ajuda na higienização, as professoras da tarde, todas que por algum momento estiveram com meu filho, fazem o mundo melhor.
Cuidar da nossa espécie e educa-la com todos os princípios e valores que na simpatia de vocês eu senti segurança, faz com que, ao menos até aqui, estes bebezinhos tivessem o necessário para se tornarem boas pessoas.
Einstein, a pesar de sua genialidade focada, percebeu. E ele nem imaginava que em breve teríamos pedagogas, pessoas que estudam ciência do cuidar.
