O normal e aceito como óbvio é mais interessante do que mostra um dia banal ou acontecimentos comuns, por exemplo: o filho que rola para ficar de bruços pela primeira vez. Trata-se de um extraordinário acontecimento, se assim nos dermos o prazer de enxergar a complexidade desse feito.
Ele agora me acompanha com o olhar, sabe encontrar o caminho do leite, conhece meu cheiro e sente-Se acolhido só de ouvir-me.
Percebe as mãos e corresponde aos sorrisos alheios, porém prefere as feições cotidianas formando desde já a esfera que O protege. Está certo de suas origens, considera-se indivíduo, membro, parte e todo, porque já se mostra feliz. Feliz como poucos nesse mundo de sorte. Ele agora é a ponta do triangulo que unirá por todos os tempos os nomes de pai e mãe.
Corresponde aos estímulos como um perfeito ser humano. Reage as diferentes texturas, aos sons e as formas que estão ao seu alcance. A cada instante aprende, assimila, absorve, arrebata e domina seu mundinho fora da barriga.
Dorme, sono brando, terno, durante toda a lua. Desperta com o sol e a fome, e então, somente eu, só eu, O sacio. É realizador, maravilhosamente inocente e indefeso. Imagine o valor do alimento para o filho, que nem sempre é o níveo leite, simplesmente a calidez do amor.
Ele agora me ouve atento, queixa-se da ausência dos alguémS, mãe, pai, avó, madrinha. Alguém que O ama. Tão pequenino e já sabe que amor é feito de reações e que felicidade não tem sentido se não compartilhada.
Ele é o entendimento do amor.
Amor sem circunstância, pleno e absoluto.
Isaac, filho do riso. Meu. Do mundo.
Ele agora me acompanha com o olhar, sabe encontrar o caminho do leite, conhece meu cheiro e sente-Se acolhido só de ouvir-me.
Percebe as mãos e corresponde aos sorrisos alheios, porém prefere as feições cotidianas formando desde já a esfera que O protege. Está certo de suas origens, considera-se indivíduo, membro, parte e todo, porque já se mostra feliz. Feliz como poucos nesse mundo de sorte. Ele agora é a ponta do triangulo que unirá por todos os tempos os nomes de pai e mãe.
Corresponde aos estímulos como um perfeito ser humano. Reage as diferentes texturas, aos sons e as formas que estão ao seu alcance. A cada instante aprende, assimila, absorve, arrebata e domina seu mundinho fora da barriga.
Dorme, sono brando, terno, durante toda a lua. Desperta com o sol e a fome, e então, somente eu, só eu, O sacio. É realizador, maravilhosamente inocente e indefeso. Imagine o valor do alimento para o filho, que nem sempre é o níveo leite, simplesmente a calidez do amor.
Ele agora me ouve atento, queixa-se da ausência dos alguémS, mãe, pai, avó, madrinha. Alguém que O ama. Tão pequenino e já sabe que amor é feito de reações e que felicidade não tem sentido se não compartilhada.
Ele é o entendimento do amor.
Amor sem circunstância, pleno e absoluto.
Isaac, filho do riso. Meu. Do mundo.

No comments:
Post a Comment