Eu disse:
- Teu latino jeito, brasileira esperta, dona das palmas. Vais encantar os além mares.
E agora questiono:
- Por que tão cedo? E as platéias do resto do mundo? Como ficarão aqueles carentes do teu palco? Cabe a nós perpetuar tua energia? Por que tão cedo?
Não admitimos surpresa partida, portanto és eternizada assim bela. Essa é a benção para os que vão cedo, permanecem intactos, como se o tempo fosse ingênuo demasiado para te perseguir. Cedo é a palavra que tanto nos incomoda.
Choramos por nós. Fazes falta. Da falta.
Aqui o tempo está alerta, por aí... duvido. Aqui só paramos para pensar nos porquês da vida quando o tempo resolve largar alguém que amamos e então nos forçar a pensar sobre ele.
Banalizamos a morte até que ela arranja um jeito de se aproximar. Será que devemos falar sobre isso?
Teu encanto me fez pensar em lógica e na morte. Desperdício para esse universo. Acidente? Não faz sentido tão cedo. Cedo é a palavra que tanto nos incomoda.
Qual a razão?
Para acalmar a alma e continuar a sobre viver sem desmoronar quando penso na injustiça dos segundos que fizeram diferença, acredito em ti numa viagem. Exatamente como um amigo disse:
- Vamos fingir que está tão bom por lá que ela ficou pra sempre.
Assim driblamos o tempo que insiste em demorar quando a hora é de dor.
Vamos dançar com você nas memórias para sempre. Pode parecer cruel hoje, contudo será transcender em breve.
Vocês que partem cedo demais, mesmo sem razão de ser, nos libertam dos dias banais, dias sem reflexão sobre o agora, os dias que passam sem cuidado com os vivos. A saudade que estraçalha o peito nos projeta enquanto seres humanos.
De alguma forma tua dança fica Pequenina.
De alguma forma tua força fica Grandão.
Grandão, cuida da Pequenina.
Tenho fé.
- Teu latino jeito, brasileira esperta, dona das palmas. Vais encantar os além mares.
E agora questiono:
- Por que tão cedo? E as platéias do resto do mundo? Como ficarão aqueles carentes do teu palco? Cabe a nós perpetuar tua energia? Por que tão cedo?
Não admitimos surpresa partida, portanto és eternizada assim bela. Essa é a benção para os que vão cedo, permanecem intactos, como se o tempo fosse ingênuo demasiado para te perseguir. Cedo é a palavra que tanto nos incomoda.
Choramos por nós. Fazes falta. Da falta.
Aqui o tempo está alerta, por aí... duvido. Aqui só paramos para pensar nos porquês da vida quando o tempo resolve largar alguém que amamos e então nos forçar a pensar sobre ele.
Banalizamos a morte até que ela arranja um jeito de se aproximar. Será que devemos falar sobre isso?
Teu encanto me fez pensar em lógica e na morte. Desperdício para esse universo. Acidente? Não faz sentido tão cedo. Cedo é a palavra que tanto nos incomoda.
Qual a razão?
Para acalmar a alma e continuar a sobre viver sem desmoronar quando penso na injustiça dos segundos que fizeram diferença, acredito em ti numa viagem. Exatamente como um amigo disse:
- Vamos fingir que está tão bom por lá que ela ficou pra sempre.
Assim driblamos o tempo que insiste em demorar quando a hora é de dor.
Vamos dançar com você nas memórias para sempre. Pode parecer cruel hoje, contudo será transcender em breve.
Vocês que partem cedo demais, mesmo sem razão de ser, nos libertam dos dias banais, dias sem reflexão sobre o agora, os dias que passam sem cuidado com os vivos. A saudade que estraçalha o peito nos projeta enquanto seres humanos.
De alguma forma tua dança fica Pequenina.
De alguma forma tua força fica Grandão.
Grandão, cuida da Pequenina.
Tenho fé.

1 comment:
sinto muito
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